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Novembro azul
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Eberth Cassio Moreira

Todas as emoções fazem parte da vida – dos homens inclusive

Ser imperfeito é uma premissa básica de extrema importância para a nossa saúde mental e bem estar. O problema é que, em nossa sociedade, a exposição da vulnerabilidade é vista como um sinal de fraqueza, especialmente entre os homens. Esse fato é facilmente perceptível em nossa experiência de vida, mas também é apontado em algumas pesquisas científicas, como um fator que influencia um comportamento prejudicial à saúde mental dos homens – a falta de autoconhecimento e habilidade para lidar com as emoções. Em sua maioria, os homens crescem com ideias, enraizadas em nossa cultura, de que precisam ser fortes e não podem chorar ou expor suas emoções. Comumente, são tidos como fracos quando demonstram medo, tristeza ou vergonha. Como resultado dessa pressão social, eles normalmente escondem seus sentimentos e apresentam irritabilidade quando se deparam com a própria vulnerabilidade.  Coragem O conceito de vulnerabilidade é diametralmente oposto à ideia que as pessoas têm dele. Aceitar a própria vulnerabilidade é um sinal de coragem. Segundo a professora, escritora e pesquisadora Brené Brown, qualquer atitude corajosa envolve risco, incerteza e exposição emocional – justamente os aspectos que constituem o que entendemos por vulnerabilidade.  Ainda que lidar com o sofrimento emocional não seja nada fácil, vale cada segundo. Sair da “caixinha” em que somos colocados pela sociedade é verdadeiramente libertador e um ato de autocuidado. A pesquisadora defende que quando você precisa mudar para se encaixar em um padrão e pertencer, você não pertencerá a lugar nenhum, pois estará longe de si mesmo. Igualdade, empatia e acolhimento  Não se trata de uma guerra de sexos em que se julga ou se sobrepõe a um gênero específico, o convite é para desconstruir conceitos irreais e padrões sociais que levam ao sofrimento e comprometem a qualidade de vida. Com base em anos de pesquisa e entrevistas, Brené Brown revela em seu livro “A coragem de ser imperfeito” os principais elementos que levam os homens a sentir vergonha: A falta de abertura para diálogos sobre as emoções, traz prejuízos para a saúde mental dos homens, reduzindo as chances de perceber sinais de problemas mentais e a busca por ajuda profissional.  O estigma em torno dos transtornos mentais já é, por si só, um grande obstáculo para o bem estar e a qualidade de vida. Mas a resistência maior entre os homens potencializa o problema, atrasando ainda mais diagnósticos e criando um ciclo vicioso, na medida em que ao não se encaixar nos padrões, mesmo que sejam irreais, gera-se mais angústia, baixa autoestima e sofrimento. Quebrando o tabu É importante refletirmos sobre o tema, pois para quebrar um traço cultural é preciso consciência e atitude.   Precisamos promover uma cultura de saúde mental, criando ambientes que favoreçam a empatia e o acolhimento, combatendo o estigma e o julgamento, que em qualquer idade, podem gerar impactos negativos significativos na vida das pessoas e na sociedade em geral.  Homens e mulheres precisam ressignificar as ideias de que os homens devem estar no controle, devem ser provedores e fortes. É preciso combater esses conceitos para não reforçá-los e passá-los adiante de geração em geração da mesma forma como tem sido feito há centenas de anos. Sem atenção a este problema de saúde, as relações entre pais e filhos, marido e mulher, entre amigos e colegas de trabalho acabam perpetuando as crenças e sofrimentos que contribuem para comprometer severamente a qualidade de vida de muitos. Seja você de qualquer gênero, seja um agente da transformação, assegurando a todos o direito de viver bem. Olhe para dentro e olhe para o lado, muitas vezes, quem está ao lado pode perceber algum sinal de alerta antes do que quem está passando por um problema. Se quisermos fazer parte da mudança e promover o bem estar devemos cuidar da mente, além de adotar uma postura empática, estabelecer relações próximas livres de julgamentos e praticar uma cultura de diálogo e escuta ativa. Assim, criamos um ambiente seguro em que todos possam normalizar a vulnerabilidade e desenvolver habilidades para expressar e lidar melhor com as emoções. Essa é a base da saúde mental. Confira a matéria de entrevista “Entendendo a Saúde Mental” com Rodrigo Bressan, psiquiatra e presidente fundador do Instituto Ame sua Mente.

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Eberth Cassio Moreira

Outubro Rosa: conscientização e saúde mental

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), ficando atrás apenas do câncer de pele. Nas mulheres, essa variação da doença é a mais incidente, não só no Brasil, como também no mundo. Receber o diagnóstico de uma doença tão perigosa é complicado, pois além dos desafios físicos que o enfrentamento de um câncer exige, existem os impactos que o tratamento causa na saúde mental do paciente. Primeiro, as pessoas reagem a uma notícia como essa de maneiras diferentes, podendo, assim, ter a saúde mental mais ou menos afetada. Alguns fatores como traumas prévios, transtornos mentais anteriores, falta de uma rede de apoio e dificuldades financeiras podem contribuir para abalar a estrutura psicológica do paciente. Apesar de não ser uma das causas da doença, o estresse crônico também é um fator que pode influenciar o prognóstico do câncer, causando efeitos negativos no organismo e contribuindo para a evolução da doença. Outro dano psicológico  possível nas mulheres que recebem o diagnóstico é o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TSPT). Passar por uma doença como essa pode acarretar traumas duradouros. Tratamento do câncer de mama X saúde mental Toda essa turbulência emocional afeta o bem-estar geral da mulher diagnosticada com câncer de mama. Assim ela fica mais propensa a ter problemas com o sono, perda de memória, ansiedade, depressão entre outras complicações psicológicas. Mas, para além dos impactos causados pela ameaça de perigo que a doença traz, o tratamento contra o câncer de mama é agressivo tanto para o corpo quanto para a mente.  Os medicamentos da quimioterapia, por exemplo,  podem causar fadiga, náusea e perda de apetite. Já, a terapia hormonal pode afetar consideravelmente o humor da paciente, assim como pode induzir o início repentino da menopausa – fenômeno conhecido como menopausa médica. Ainda alguns tipos de radioterapia na área do tórax ou pescoço — além de medicamentos de imunoterapia — podem afetar o funcionamento da tireóide, ocasionando episódios de tristeza ou cansaço. Segundo o American Cancer Society (ACS), quase uma a cada quatro pessoas diagnosticadas com essa enfermidade sofre de depressão. Mesmo sabendo da dura batalha que terão pela frente, as pacientes podem ter dificuldade em buscar ajuda para manter o equilíbrio psicológico durante o tratamento. Por isso, é muito importante estimular a busca por apoio e evitar, ao máximo, que elas esperem chegar ao seu limite mental para receber suporte. Os indicativos de questões psicológicas durante esse período podem ser muito sutis. A sensação de não conseguir realizar tarefas do cotidiano, como estudar ou trabalhar, sentir a perda da capacidade de superação das dificuldades ou problemas para se relacionar com amigos e familiares são sinais de alerta. Cuidados com a mente Cuidar da mente pode tornar o tratamento do câncer de mama menos complicado. Técnicas de relaxamento, respiração, e meditação ou mindfulness — práticas que ajudam a concentração no presente, controlando o fluxo de pensamentos, podem trazer grandes benefícios. Além disso, a criação de redes de apoio e a psicoterapia promovem o conforto, a autoconfiança e o autoconhecimento, fortes aliados nesse processo. Mas, como podemos auxiliar quem recebe o diagnóstico de câncer de mama?  Uma questão simples e central para evitar problemas de saúde mental é falar sobre o problema e sobre os sentimentos. Desta forma, estar presente, ter empatia, sensibilidade, e, principalmente, escutar com atenção e sem julgamentos, são atitudes que oferecem um suporte indispensável  a quem se encontra nessa circunstância. Outro ponto significativo é oferecer ajuda para questões práticas do dia a dia, já que os efeitos colaterais do tratamento podem prejudicar tanto o trabalho quanto a vida pessoal das pacientes, que normalmente lidam com uma sobrecarga mental. Saiba mais sobre os impactos do trabalho invisível das mulheres na saúde mental. Por fim, além do time de médicos especialistas e enfermeiros, é importante que a paciente possa contar com uma equipe multidisciplinar para auxiliá-la no tratamento, formada por profissionais como psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e nutricionistas. Todos eles terão um papel fundamental durante e depois do tratamento, cuidando tanto do corpo, quanto da mente.

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Eberth Cassio Moreira

No mês de prevenção ao suicídio, especialista ressalta a importância do cuidado com a saúde mental

Em entrevista ao Levante a Voz 16/09/2024 16h05 Por: Hely BeltrãoFonte: Conectado News Com foco no setembro amarelo, mês dedicado a conscientização e prevenção ao suicídio, o Programa Levante a Voz da Rádio Sociedade News FM, entrevistou na manhã desta segunda (16), a psicóloga Adriana Pereira, diretora do Instituto Sinapses. Em entrevista, Adriana ressaltou a importância do cuidado com a saúde mental. “Esse é um tema muito importante, principalmente em setembro, mês de prevenção ai suicídio, uma campanha mundial onde o Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria instituíram no Brasil há pouco mais de 10 anos essa prevenção e atenção que precisamos ter sobre saúde mental”. Segundo a psicóloga, todo ser humano tem questões que precisam ser tratadas, mesmo que não tenha nenhum problema aparente de saúde mental, reforçando assim a importância de uma consulta com um profissional. “Existe ainda muito preconceito ao falar de saúde mental, existem alguns mitos, uma distorção que acaba confundindo as pessoas, saúde mental é uma condição que precisamos sim dar atenção, independente de classe social e idade, da qual todo ser humano é acometidos, saúde mental e física andam em paralelo, quando nos colocamos nessa posição de prevenção e atenção, podemos prevenir muitas condições, infelizmente, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS),  mas de R$ 1 bilhão de pessoas possuem algum tipo de transtorno, nos últimos tempos, transtorno de ansiedade e depressão cresceram por volta de 25%,  ou seja, 300 mil pessoas, uma está adoecida emocionalmente, condições que se tornam psicopatologias, se nos permitirmos cuidar de todo esse processo, independente do preconceito, dos tabus que infelizmente fazem com que as pessoas deixem de se cuidar e aumentem esses índices. Durante a pandemia, tivemos um crescimento de mais de 99% no atendimento em Psicologia e devemos estar atentos para cuidar de todo esse processo”. Causas dos problemas de saúde mental “Nosso estilo de vida reflete muito em nosso jeito de estar, nós adultos estamos seguindo uma era bastante acelerada, onde muitas vezes os pais colocam em prática paliativos e uma condição muito fácil é o acesso à telas, segundo pesquisas, isso traz adoecimento psicológico e déficit cognitivos, onde entre 6 a cada 10 crianças a partir de 10 anos de idade ou menos já usando o tempo onde ela poderia estar ali brincando, distraindo e se desenvolvendo com outras crianças, infelizmente segue nessa alienação, é um adoecimento que está muito em evidência nos últimos tempos e que precisa também termos atenção”.  Quando procurar ajuda? “O adoecimento psicopatológico existe, independente de religião e condição de vida, não compete somente buscar um psicólogo quando estamos adoecidos emocionalmente, psicoterapia é prevenção, podemos procura-la para evitar esse suposto adoecimento, claro quem já está adoecido emocionalmente, com transtorno de ansiedade e depressão, é necessário esse atendimento psicológico, elas podem se permitir as sessões de terapias que acontecem semanalmente ou a cada 15 dias, conforme a rotina do indivíduo, é um processo muito acolhedor que muitas pessoas deveriam se permitir, porque isso é saúde mental, qualidade de vida, o processo que nos faz perceber não somente quando aquele indivíduo apresenta algum tipo de tristeza profunda, por vezes as pessoas estão doentes emocionalmente, tentando se mostrar fortes, precisamos dar atenção a isso, fazer terapia não é fraqueza, muito pelo contrário, é uma condição de sabedoria, caso as pessoas se permitissem, muitas questões no nosso mundo hoje seriam evitadas, quando se torna psicopatologia, faz-se necessária a terapia e intervenções medicamentosas, onde a pessoa precisa estar com esse paralelo, terapia e Psiquiatria, onde será prescrita a medicação para seguir com as intervenções por remédios e ajudar no processo da evolução dessa pessoa”. Ansiedade “O Transtorno de Ansiedade, conforme a Organização Mundial da Saúde, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de pessoas mais ansiosas, se eu sigo um adoecimento emocional ou estou com transtorno de ansiedade, se não cuido, pode desencadear sim a própria depressão e outros adoecimentos, onde existe conforme CID (Código Internacional de Doenças) o Transtorno de Ansiedade Misto, composto por ansiedade e depressão, precisamos dar atenção, porque cuidar da saúde mental é necessário”. Segundo Adriana, quem possui Depressão precisa realizar um tratamento contínuo, sendo possível ter uma vida normal. “A depressão é um adoecimento que precisamos dar atenção, conforme a pessoa se permite o tratamento, evoluir de forma positiva, mas, conforme todo o processo da vida e do mundo que estamos vivenciando, existe a vulnerabilidade, ela pode evoluir de forma positiva, manter seu autocuidado, a prevenção sobre outros tipos de adoecimento, ou seja, é uma questão de atenção que precisamos seguir cuidando e tratando conforme o seu estilo de vida, aquilo que está se permitindo evoluir diante do seu desenvolvimento humano, algo necessário a essa manutenção, é necessário seguir prevenindo e cuidando daqueles que já estão acometidos”. Herbert Cássio diretor do Instituto Sinapse De acordo com Herbert Cássio, diretor do Instituto Sinapse, maior plataforma de telemedicina on-line da América Latina, a empresa além de trabalhar com foco na saúde mental, também dispõe de clínico geral. “O Instituto Sinapse surge com esse propósito, um consultório 100% digital, estamos posicionados hoje como a maior medtech (empresas que têm foco no tratamento e no diagnóstico médico) da América Latina, com origem em Feira de Santana, maior plataforma de teleatendimento, o nosso foco é saúde mental. O objetivo do Instituto Sinapses é fazer com que o paciente esteja onde quiser, em seu ambiente, com apenas um clique, agendar a sua teleconsulta, seja com o nosso time de psicólogos ou médicos, o nosso foco é saúde mental e telemedicina a um clique, ou seja, queremos levar esse acesso, essa desburocratização e fazer com que o paciente seja atendido do ambiente que ele escolher, em casa, do trabalho ou em deslocamento, quem decide é o paciente, a ideia do projeto é alcançar o máximo de pessoas com o objetivo de cuidar, proteger e salvar vidas”. Serviços oferecidos “Plataforma que é institutosinapses.com, o paciente vai clicar para marcar a consulta, escolher o profissional desejado, seja para área de saúde mental ou um clínico

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Eberth Cassio Moreira

Campanha Setembro Amarelo

A campanha Setembro Amarelo® salva vidas!  Em 2013, Antônio Geraldo da Silva, presidente da ABP, deu notoriedade e colocou no calendário nacional a campanha internacional Setembro Amarelo®. E, desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM divulgam e conquistam parceiros no Brasil inteiro com essa linda campanha.  ​ O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Atualmente, o Setembro Amarelo® é a maior campanha anti estigma do mundo! Em 2024, o lema é “Se precisar, peça ajuda!” e diversas ações já estão sendo desenvolvidas. O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e gera grandes prejuízos à sociedade. De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde – OMS em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 01 milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.  Embora os números estejam diminuindo em todo o mundo, os países das Américas vão na contramão dessa tendência, com índices que não param de aumentar, segundo a OMS. Sabe-se que praticamente 100% de todos os casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.  Setembro Amarelo® 2024: se precisar, peça ajuda! Todos nós devemos atuar ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio, tema que ainda é visto como tabu. É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha. Quando uma pessoa decide terminar com a sua vida, os seus pensamentos, sentimentos e ações apresentam-se muito restritivos, ou seja, ela pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. Essas pessoas pensam rigidamente pela distorção que o sofrimento emocional impõe.  Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave. É muito importante que as pessoas próximas saibam identificar que alguém está pensando em se matar e a ajude, tendo uma escuta ativa e sem julgamentos, mostrar que está disponível para ajudar e demonstrar empatia, mas principalmente levando-a ao médico psiquiatra, que vai saber como manejar a situação e salvar esse paciente. Dados sobre suicídio O suicídio é um importante problema de saúde pública, com impactos na sociedade como um todo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária ou câncer de mama – ou guerras e homicídios.  Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa e morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal. Trata-se de um fenômeno complexo, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, sexos, culturas, classes sociais e idades.  ​ Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro de 2022, entre 2016 e 2021 houve um aumento de 49,3% nas taxas de mortalidade de adolescentes de 15 a 19 anos, chegando a 6,6 por 100 mil, e de 45% entre adolescentes de 10 a 14 anos, chegando a 1,33 por 100 mil. As taxas variam entre países, regiões e entre homens e mulheres. No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres, morrem devido ao suicídio. As taxas entre os homens são geralmente mais altas em países de alta renda (16,6% por 100 mil). Para as mulheres, as taxas de suicídio mais altas são encontradas em países de baixa-média renda (7,1% por 100 mil). Em países da Europa, houve um declínio nas taxas de suicídio e observou-se um aumento dessas taxas em países do Leste Asiático, América Central e América do Sul. Embora alguns países tenham colocado a prevenção do suicídio no topo de suas agendas, muitos permanecem não comprometidos. Atualmente, apenas 38 países são conhecidos por terem uma estratégia nacional de prevenção do suicídio.  Participe da campanha! Esta é uma página completa com material disponível para auxiliar a todos. Assim sendo, aproveite os nossos materiais e participe da nossa campanha durante todo o ano. ​ São diversos materiais de uso público: Diretrizes para a Divulgação e Participação da Campanha Setembro Amarelo®, materiais online para download, a Cartilha Suicídio Informando para Prevenir e todo o material para a imprensa. Participe conosco, divulgue a campanha entre os seus amigos e nos ajude a salvar vidas! ​ Diretrizes  Em 2017, a ABP e o CFM criaram as Diretrizes para Participação e Divulgação do Setembro Amarelo®. O documento serve para orientar toda a sociedade sobre a participação na Campanha, como utilizar corretamente os materiais de utilidade pública produzidos e de que maneira incentivar o Setembro Amarelo em cada região. As Diretrizes destinam-se a pessoas físicas, empresas e demais parceiros que queiram atuar junto à ABP e ao CFM na diminuição do estigma e, consequentemente, na prevenção ao suicídio. Acesse abaixo e saiba como participar da Campanha Setembro Amarelo.

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